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06.16.2018

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Enxaqueca: não deixe o problema virar um martírio

O Ministério da Saúde estima que, de 5 a 25 por cento das mulheres e de 2 a 10 por cento dos homens sofrem de enxaqueca no Brasil. Já nas crianças, a doença é menos frequente e atinge de 3 a 10 por cento, afetando igualmente homens e mulheres antes da puberdade, depois desta fase, predomina no sexo feminino. A enxaqueca é mais comum em pessoas com idade entre 25 e 45 anos, sendo que, após os 50 anos essa porcentagem tende a diminuir, principalmente entre as mulheres.

 

Grandes pesquisas estão em curso para tentar entender o que exatamente acontece no cérebro das pessoas que sofrem de enxaqueca. Esses estudos geram constantes avanços nos tratamentos e diagnósticos.

 

Causas
A doença ocorre por conta de um defeito genético que gera uma dificuldade cerebral na modulação da dor e uma hipersensibilidade do sistema nervoso. Isso faz com que estímulos sensoriais não dolorosos, como alguns cheiros, luzes, bebidas alcoólicas, privação de sono, estresses e alguns alimentos resultem em crises de dor de cabeça.

 

Quando as dores ocorrem diariamente ou muitas vezes ao mês, ela é chamada de enxaqueca crônica. Muitas vezes por conta do consumo exagerado de analgésicos utilizados pelo paciente para controlar as dores, esse exagero pode gerar uma perda na eficácia do medicamento. A enxaqueca gera um sofrimento que repercute não só na vida pessoal do paciente, mas também na dos familiares. 

 

Alguns relatam dificuldades conjugais, inclusive sexuais, seja pelo desconforto da dor, pelo humor irritado e uma sensação de culpa, ou por perderem dias de lazer, de festas e não poder participar de atividades com os filhos.  Essa condição de dor crônica pode surgir de uma enxaqueca comum, que não foi devidamente tratada.

 

Sintomas
A doença é de natureza hereditária e mais comum nas mulheres. A enxaqueca causa uma dor pulsante em um dos lados da cabeça ou nos dois e, geralmente surgem acompanhadas de mal-estar, náuseas e vômitos. A duração de uma crise pode variar de 4 a 72 horas.

 

Tratamento
O tratamento pode ser feito por meio de analgésicos, nos casos de crise aguda, ou com foco na prevenção, quando as dores forem constantes e ocorrerem quase que diariamente. Esse tratamento envolve o uso de medicamentos modificadores da hipersensibilidade e mudanças de hábitos pessoais e de estilo de vida. A doença também pode trazer uma maior predisposição à distúrbios emocionais, como ansiedade e depressão.

 

Dica do Doutor
É importante reconhecer, que não é normal sofrer de dores de cabeça com frequência e, sempre procurar orientação médica especializada para o diagnóstico correto e tratamento efetivo. Assim, você evita que a enxaqueca vire um martírio em sua vida.

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