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06.16.2018

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De acordo com o mais recente boletim epidemiológico de dengue do Ministério da Saúde, desde 4 de janeiro até 26 de setembro deste ano, foram registrados 1.463.776 casos prováveis da doença no Brasil. Alcançando o recorde anterior, de 2013, que era de 1.452.489 pessoas infectadas. O número é quase o triplo do registrado no mesmo período do ano passado.

 

O boletim mostra que a alta de registros foi puxada pela região Sudeste, que concentra 64% dos casos. Saiba como lidar com os diversos casos e necessidades.

 

Como identificar a doença?

A dengue costuma causar febre alta que dura de 2 a 7 dias, acompanhada de dor de cabeça, dores no corpo e articulações, prostração, fraqueza, dor atrás dos olhos, manchas vermelhas e coceira. Além de náuseas, vômitos e diarreia em alguns casos. A orientação é procurar uma unidade de saúde sempre que existir suspeita.

 

Quais são os principais riscos?

Entre o 3º e 7º dia da doença, a febre costuma diminuir ou desaparecer, este é o período mais perigoso. É necessário observar os sinais de alerta: sangramentos (nariz, gengivas), vômitos e fezes escuros, dor abdominal intensa e contínua, vômitos persistentes, sonolência ou irritabilidade, queda da pressão arterial e tontura.

 

Quando a dengue se torna perigosa?

Na presença de sinais de alerta, dificuldade para ingerir líquidos, dificuldade para respirar, doenças descompensadas (diabetes mellitus, hipertensão arterial, insuficiência cardíaca, asma, entre outras).

 

Como se prevenir?

Manter o domicílio sempre limpo, sem água parada. Utilizar roupas que diminuam à exposição da pele durante o dia, repelentes, mosquiteiros para bebês e pessoas acamadas. Usar inseticidas domésticos em aerossol ou vaporizador. Além de instalar telas em janelas e portas.

 

Qual é a diferença entre as vacinas?

Existem 4 sorotipos do vírus da dengue: 1, 2, 3 e 4. A imunidade é dada somente ao que causou a infecção. Após a infecção a pessoa fica protegida por 70 dias a todos os sorotipos, depois disso, pode ocorrer a infecção por outro tipo diferente.

 

É possível contaminar outras pessoas com o vírus?

Não há transmissão de pessoa a pessoa, somente pela picada do mosquito.

 

Existe algum tratamento específico?

Não existe um tratamento específico, mas a ingestão de grande quantidade de líquidos é indicada (água, suco de frutas, soro caseiro, sopas, leite, chá e água de coco).

 

Posso tomar medicamentos para aliviar os sintomas?

Não fazer uso de medicamentos que contenham ácido acetilsalicílico (AAS, Aspirina, Melhoral) e anti-inflamatórios (diclofenaco, voltarem, profenid, entre outros) para controle da dor e febre. Eles interferem no processo de coagulação do sangue.

 

Faço o uso de alguns medicamentos, como procedo?

Pacientes que fazem uso de AAS, clopidogrel, varfarina e outros anticoagulantes devem ser avaliados individualmente.

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