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Perda auditiva: um problema comum e frequente

De acordo com o censo do IBGE, cerca de 9,7 milhões de brasileiros apresentaram algum tipo de perda auditiva no ano de 2010. Sendo que destes, cerca de 1 milhão são crianças e jovens de até 19 anos de idade. Já a Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que em 2011, cerca de 28 milhões de brasileiros eram portadores de algum grau de deficiência auditiva e o número tende a crescer.

 

PRINCIPAIS CAUSAS

A perda ou deficiência auditiva possui inúmeras causas e pode atingir pessoas em qualquer idade. Entre as principais causas podemos citar algumas doenças infecciosas, como a rubéola, citomegalovírus, sífilis congênitas, além de outras doenças não infecciosas, como a síndrome alcoólico-fetal (decorrente do uso abusivo de álcool na gestação), malformações congênitas da orelha e deficiências auditivas genéticas.

 

A hiperbilirrubinemia (icterícia muito alta), anoxia no parto (falta de oxigenação para o bebê), prematuridade e baixo peso também são causas comuns da perda de audição. Além da meningite bacteriana, o uso de medicamentos ototóxicos (que agridem a audição, como alguns anti-inflamatórios, antibióticos e quimioterápicos).

 

E claro, a exposição aos ruídos e sons muito altos (como os fones de ouvido quando utilizados com frequência) podem provocar danos à audição em inúmeras pessoas. Essa exposição é apontada como a grande responsável pelo crescimento no número de portadores de algum tipo de deficiência auditiva nos últimos anos, além da presbiacusia (perda auditiva causada pela idade).

 

DIAGNÓSTICO

Quando houver a suspeita de qualquer grau de perda auditiva (que pode ser constatado quando existe algum atraso no desenvolvimento da fala, quando a pessoa não responde quando é chamada de costas, quando assistir a televisão com o volume muito alto, ou então quando é preciso repetir o que se fala várias vezes para que a pessoa compreenda) é indicado que o paciente procure um otorrinolaringologista para que seja feito o diagnóstico completo da perda. Além da consulta e exame físico, o médico deve solicitar alguns exames para confirmar e descobrir o grau da perda.

 

TRATAMENTO
Após a confirmação o tratamento é indicado em todos os casos. Quando não é cirúrgico se baseia no uso de próteses auditivas (aparelho de audição) indicado pelo otorrinolaringologista e adaptado pelo fonoaudiólogo.

Em casos de perda auditiva severa ou profunda (surdez) sem resposta adequada com o aparelho auditivo, é possível que o médico indique a cirurgia para colocação de implante coclear. Quanto mais precoce for o diagnóstico e se instituir o tratamento adequado, mais rápido o paciente vai se adaptar ao convívio social evitando isolamento, prejuízos no trabalho e na atenção à família e atraso do desenvolvimento da fala e linguagem.

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