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06.16.2018

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Derrame: saiba como identificar os sinais

Mesmo com campanhas de conscientização na mídia e orientações médicas, ainda existem muitos que têm dificuldade em perceber os sintomas e, por conta disso, demoram para identificar e confirmar que estão sofrendo um acidente vascular cerebral (AVC) ou derrame (como é popularmente chamado).  Isso atrasa o socorro médico, reduz as chances realizar um diagnóstico preciso e tratamento em tempo hábil, aumentando os riscos de sequelas graves e comuns neste tipo de enfermidade.

 

A atenção constante e percepção rápida dos sinais se torna mais importante, especialmente, naqueles indivíduos que têm o que chamamos de fatores de risco para a doença: ter mais de 65 anos; casos da doença entre parentes próximos; sofrer de hipertensão arterial ou qualquer outra doença cardíaca; ter colesterol alto; ser diabético; fumante; obeso; sedentário; consumir bebidas alcoólicas em excesso.

 

SINAIS DE ALARME MAIS COMUNS

As manifestações mais comuns e fáceis para reconhecer que está ocorrendo algo grave e ameaçador são: visão dupla, borrada ou perda visual súbita de um só olho; alterações de força ou de sensibilidade atingindo um dos lados do corpo; fala enrolada e de difícil entendimento; desequilíbrio súbito, especialmente, se desacompanhado de vertigem; dor de cabeça intensa e não habitual; desmaio ou estado confusional súbito.

 

TIPOS DE DERRAME OU AVC

Um AVC pode ser isquêmico, no qual há uma obstrução da artéria que leva o sangue rico em oxigênio para os tecidos cerebrais. Ou hemorrágico, identificado pelo rompimento de uma artéria com extravasamento de sangue no cérebro.

 

Em, aproximadamente, 80% dos casos,  o evento é isquêmico e ocorre por causa da formação de um coágulo sanguíneo que fecha a artéria e interrompe a chegada de sangue com oxigênio ao cérebro, reduzindo ou cessando a irrigação sanguínea e provocando a morte dos neurônios na região atingida.

 

TEMPO É CÉREBRO

Se um AVC isquêmico é confirmado pelos dados clínicos e por um exame de imagem, geralmente uma Tomografia de Crânio, é possível aplicar – em um tempo máximo de até 4 horas e meia – um medicamento injetável (t-PA) que é capaz de dissolver o coágulo e restabelecer a perfusão sanguínea e a oxigenação na região cerebral afetada.

 

Estima-se que para cada minuto transcorrido, desde o início da manifestação do quadro clínico, ocorra a morte de  2 milhões de neurônios. Daí vem o ditado médico: “tempo é cérebro”, que significa que no tempo certo, o tratamento reduz a quantidade da massa encefálica lesada e dá maior chance de recuperação da função da área cerebral afetada.

 

DICA DO DOUTOR

Aprenda a reconhecer os sinais de um derrame o mais rápido possível, seja para o seu próprio socorro, de um familiar ou amigo.

 

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